Como é escrever para Juliana Hoffmann Liska?
Escrever é acender uma vela dentro da própria noite.
Há páginas que nascem do silêncio, como cartas esquecidas numa gaveta de 1889. O perfume do papel envelhecido atravessa o tempo, trazendo vozes que ninguém mais escuta. Cada palavra é uma tentativa de guardar aquilo que o mundo insiste em levar.
Talvez por isso eu escreva: para que as memórias tenham um lar, para que os sentimentos encontrem uma janela aberta, para que os dias difíceis se transformem em versos.
No fim, escrever é conversar com o tempo e descobrir que algumas histórias nunca envelhecem.
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